Agência Brasileira de

Abin

Centro de Inteligência Nacional (CIN) da Copa das Confederações

 

 

CIN, em Brasília

O Centro de Inteligência Nacional (CIN) foi a grande central de coordenação de todo o trabalho de inteligência executado durante a Copa das Confederações.

O CIN foi instalado na sede da ABIN, em Brasília/DF, e operou durante 48 dias. O local entrou em funcionamento no dia 15 de maio de 2013, um mês antes da partida de abertura entre Brasil e Japão, e permaneceu ativo até o final da competição – 30 de junho. O Centro operou 24 horas por dia no período de realização dos jogos.

 

 

COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO


Profissionais dos 31 órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) ficaram reunidos na sala de situação do Centro, monitorando os locais de competição em tempo real. Os servidores acompanharam aspectos logísticos, estruturais e de segurança ligados à competição.

Na central de controle foram feitos, por exemplo, a troca de dados com órgãos parceiros, monitoramento via imagens e acompanhamento em tempo real dos principais fatos. Nas ruas, as ações foram multifacetadas e capilarizadas, com oficiais e agentes distribuídos por vários pontos das cidades-sede.

Equipes de analistas reuniram e processaram dados nas salas de controle e agentes de campo coletaram informações nas ruas. Tudo integrado aos Centros Regionais de Inteligência (CIRs) e aos Centros de Comando da Defesa e da Segurança Pública.

O Centro de Inteligência Nacional também realizou o trabalho de acompanhamento dos riscos do evento em tempo real – a chamada Avaliação de Riscos à quente. Para isso, monitorou 11 potenciais fontes de ameaças. Locais foram acompanhados em tempo real e informações recebidas de diversas frentes.

 

 

 

 

RESULTADOS


O Centro de Inteligência produziu 172 documentos que subsidiaram as ações de segurança da competição. O total de documentos produzidos foi dividido entre Relatórios do Centro de Inteligência Nacional da Copa das Confederações (RELCC) e Síntese de Segurança da Copa das Confederações (SSCC).

A cada dia, pelo menos um Relatório era enviado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para posterior encaminhamento à presidente da República, Dilma Rousseff. Já as Sínteses de Segurança eram difundidas entre os órgãos parceiros e os Centros Regionais.

O CIN teve uma atuação processadora, aglutinadora e de distribuição da inteligência em favor da Copa das Confederações. A estrutura, ao reunir profissionais de diversas áreas e órgãos em um mesmo local, otimizou o fluxo de informações, o ganho de tempo, a eliminação de retrabalho e melhores condições de garantir o princípio da oportunidade.

 

 

 

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