Agência Brasileira de

Abin

Copa do Mundo FIFA 2014

 

 

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) foi o órgão brasileiro responsável pela coordenação de toda a área de inteligência da Copa do Mundo de 2014. A ABIN centralizou a produção de conhecimentos e subsidiou as atividades das demais forças de segurança.

A segurança da Copa do Mundo passou por grandes desafios durante seus 32 dias de disputas e terminou a competição com avaliação extremamente positiva. O Mundial sem sobressaltos foi possível, em grande parte, graças a ações fundamentais realizadas pela Inteligência.

 

Final da Copa, assim como os demais Jogos, foi disputado em clima de total segurança

 

 

PARTICIPAÇÃO EM NÚMEROS


 

 

PRINCIPAIS AÇÕES PRÉ-COPA DO MUNDO


                    

          

 

 

PRINCIPAIS AÇÕES DURANTE A COPA DO MUNDO


                    

 

 

GOVERNANÇA


A ABIN exerceu a função de “assessora permanente” na estrutura de segurança montada pelo Governo Federal para a Copa do Mundo. Modelo de governança definido pela Presidência da República colocou a Agência na coordenação nacional do evento, como assessora dos Comitês Executivos de Segurança Integrada – grupos com poderes para tomar decisões fundamentais durante a competição.

Coube à ABIN utilizar a expertise adquirida na Copa das Confederações de 2013 para difundir informações que garantissem a segurança das delegações e torcedores. A Agência produzia conhecimentos de inteligência e os repassava para as forças táticas, responsáveis pela execução das medidas de segurança.

 

 

ATUAÇÃO


Centro Regional de Porto Alegre

Ao todo, mais de 500 profissionais de inteligência da ABIN atuaram diretamente na Copa.

A Agência comandou, por exemplo, os Centros de Inteligência Nacional (CIN) e Regionais (CIRs), estruturas instaladas nas cidades-sede da competição que reuniram profissionais das 35 instituições integrantes do Sisbin. Apenas o CIN, em Brasília/DF, foi responsável pela produção de 80 relatórios e 255 sínteses e pelo processamento de 1.650 documentos.

O trabalho ainda contou com ações in loco de 12 CIRs, três Centros Locais instalados em cidades que hospedaram seleções e o Centro de Inteligência de Serviços Estrangeiros, que reuniu serviços de inteligência de 27 países.

Todos estádios receberam avaliação de risco

Na prática, equipes de inteligência atuaram na central de comando, em Brasília/DF, nas outras 11 cidades-sede e nas cidades que abrigaram delegações estrangeiras – município que serviram como local de treinamento de seleções, mas não receberam jogos da Copa.

A ABIN também fez mais de 300 avaliações de risco pelo país – locais como estádio, aeroporto e hotéis foram avaliados –, pesquisou 450 mil nomes para credenciamento e gerenciou um contingente de 3,5 mil spotters – servidores das áreas de segurança, inteligência e defesa que entraram nos estádios como torcedores comuns para monitorar a segurança do local.

 

 

HISTÓRICO


A preparação da inteligência para os grandes eventos esportivos começou em 2011, com as primeiras avaliações de risco nas cidades-sede da Copa das Confederações. Para a Copa do Mundo, devido à grandiosidade da competição e até mesmo pela experiência adquirida no torneio preparatório de 2013, novos produtos foram criados.

 

 

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